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Bolo Chiffon de Matcha e alguns truques

Juntar os acessórios ideais para cada tipo de bolo ou doce, nem sempre é fácil. Lembro bem que uma vez me falaram que para conseguir preparar o famoso Bolo Chiffon, seria necessário ter a forma específica para este fim. Fiquei chateada, pois na época estava sem muito dinheiro e queria muito testar a receita.
Não desisti, resolvi fazer com o que eu tinha. Se o principal problema era desenformar o fundo, tive a idéia de utilizar papel manteiga apenas no fundo. Lembrando que esse bolo precisa da lateral da forma não untada para poder crescer.
SpoonCook.2015_0158Pronto, coloquei a massa normalmente…
SpoonCook.2015_0159O bolo cresceu, e me dei conta que a forma comum de buraco no fundo é bem menor que a forma para chiffon, então, quem for fazer, é melhor diminuir a receita. Por pouco não transborda, rs.
SpoonCook.2015_0148O primeiro resultado foi esse:
SpoonCook.2015_0147Quer tentar preparar o chiffon fofinho? Então clique no link aqui para acessar a receita com fotos passo a passo! – Receita: Bolo Chiffon de Matcha.
Em breve posto a versão chocolate.

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Vai um quiche aí?

Gosto muito da versatilidade do quiche, serve de café da manhã, almoço, jantar, lanche, cortado como petisquinhos, acompanhado de uma bela salada…

COOK.2011.12_050E ainda dá para congelar e quando bater aquela fome colocar no microondas ou forno. Claro que no forno fica melhor, mais sequinho. Mas dependendo do desespero, vai no microondas mesmo, hehe.

Um dos que gosto mais é o de alho porró. O legal é que o alho porró deixou de ser um “produto de luxo” e agora podemos encontrar facilmente em feiras e mercados e com preços acessíveis! Em média um talo custa de R$ 1,50 a R$ 2,00.

E olha como fica dentro… ai, ai… delícia! (Receita do quiche de alho porró disponível no Blog)

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Comparando receitas de Spaghetti alle Vongole

Como um dos pratos a preparar para o aniversário da minha mãe era spaghetti alle vongole, resolvi comprar um pouco mais de vôngoles para testar uma receita diferente da que eu costumo usar.

Particularmente sou apaixonada pela receita de Anne Willan (Ver & Fazer: Massa Perfeita), que me faz recordar o prato pelo qual me apaixonei em Veneza. Outro dia, assistindo as viagens de Jamie Oliver, vi que ele preparava de forma absolutamente tão simples, que pensei, preciso experimentar e comparar!

Existem diferenças significativas, especialmente no processo e quantidade de vôngoles. Para receita que rende 4 porções, enquanto Jamie usa 1 kg de vôngoles, Anne usa 3,5 kg (isso que eu ainda arredondo para 4 kg). A receita da Anne é mais trabalhosa pois exige a lavagem e seleção de uma quantidade bem maior de vôngoles, além de retirada desses mariscos de suas conchas, e a redução do molho.

No caso do Jamie é o tempo de cozimento da massa de grano duro, simples assim, praticamente na base de só ir acrescentando os ingredientes.

Como resultado, apesar do trabalho infinitamente maior, prefiro a receita da Anne. Primeiro porque me faz recordar Veneza (o do Jamie não lembra). Segundo porque é possível sentir muito nitidamente o sabor dos mariscos, enquanto do Jamie lembra vagamente. E por fim, enquanto a Anne utiliza apenas poucas conchas para decoração, o Jamie não retira os mariscos das conchas, o que torna a degustação um tanto quanto cansativa. No meu caso, o macarrão acabou frio antes de terminar de comer…

A foto é o da receita que fiz do Jamie. Da Anne não foi possível tirar a foto pela correria da festa, hehe.

COOK.2013.12_027Esteticamente acho que do Jamie ficou mais bonito, pelo uso das conchas e pelo acréscimo de tomate cereja, que não vai na receita da Anne.

O pão Ciabatta e a batedeira quebrada

Hoje resolvi preparar o pão ciabatta para o fim de semana. Repeti a receita do livro do Instituto Americano de Culinária que tinha testado uma vez. Sem querer virou um teste.

Da primeira vez sovei a massa meio molenga e pegajosa, pois achei que habia perdido os batedores para massa de pão. E desta vez usei a batedeira, já que por sorte havia encontrado finalmente os batedores, assim fiz como pede a receita.

Infelizmente a batedeira de longuíssima data bateu as botas, no último esforço (talvez tenha sido demais pela quantidade de massa, vai saber…) para me fornecer um pão delicioso. Comparado com a versão anterior feito na mão, ficou muito melhor, mais leve, aerado e cresceu bem mais. Realmente não sei se foi a batedeira que fez toda a diferença, mas sendo solicitado na receita, acabo desconfiada que sim. Abaixo parte dos pães saindo do forno!

Spoon Experiências Gastronômicas