Arquivo mensal: dezembro 2016

Os docinhos portugueses

Confesso que a “tarefa” de conhecer os doces portugueses não foi fácil. Prefiro salgados a doces, e no calor do verão europeu, imagine… rs. Mas vamos lá!
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A Casa Brasileira é bem famosa, mas não achei incrível. O pastel de nata tinha um leve toque de laranja, mas não impressiona. A massa estava um pouco murcha.
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Experimentei o Palmier recheado com creme de ovos. Esse até que estava bom.
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Aqui foi indicação de uma amiga, a Fábrica das Verdadeiras Queijadas da Sapa. No começo da estradinha para conhecer os atrativos de Sintra, é um estabelecimento pequeno, com algumas cadeiras no fundo com vista para as montanhas.
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A vitrine de doces é bem enxuta.
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Pedi uma queijada e um doce com laranja e um café para acompanhar.
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A queijada estava realmente deliciosa, a massa bem fresquinha e o conjunto muito saboroso. O outro doce também estava muito bom, era como uma esponja bem úmida.

Em direção aos castelos de Sintra, a Piriquita, bem famosa e cheio de turistas. A localização é bem bacana, numa ruela bem charmosa.
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Mas o interior não tem a mesma graça, nem a vitrine que mais parecia de restaurantes de beira de estrada em São Paulo. Ambiente onde estão expostos os doces é meio escuro, bem esquisito.
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Fui tomar café da manhã e a impressão era de que eu estava comendo doces do dia anterior. Estavam horríveis.

Acho que de todos os locais que vendem pastéis de nata, esse deve ser o mais famoso. Pastéis de Belém, e aqui realmente se pode chamar de pastel de Belém.
Lembrando que fora de Belém, o mesmo pastel, passa a ter a definição de pastel de nata, que é genérico.
O Pastéis de Belém está localizado próximo ao Mosteiro dos Jerônimos e tem a fachada bem tradicional, uma graça.
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Tem todo o charme de uma casa com tradição, parece de tamanho médio quando entramos, mas logo percebemos que é um estabelecimento gigantesco parecendo mais um labirinto. Imagino que seja resultado de reformas de ampliação ao longo do tempo.
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E os famosos pastéis de belém? Sim, para mim, foram os melhores que provei em Portugal. A massa folhada bem crocante e quentinha, o recheio bem cremoso, uniforme e equilibrado. Tudo muito fresco.

Andando pelo labirinto de salões encontrei essa área de produção, impressionada com a quantidade de pastéis que não param de sair do forno. Aqui deve realmente ser difícil ter pastéis velhos, rs.
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Em Cascais encontrei esse doce diferente, chama-se Jesuíta de Amêndoa. É interessante, mas não chega a ser algo que gostaria de comer novamente.
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Em Setúbal fui tomar café da manhã na Pastelaria Roma, um estabelecimento mais ou menos próximo do Mercado Municipal. O pastel de nata estava mais ou menos, parecia que tinha muito amido para engrossar e tinha textura meio “arenosa”.
Resolvi experimentar a Bola de Berlim, o que aqui no Brasil chamamos de Sonho. Queria ver se era igual a do Brasil, mas o creme, principalmente, é bem diferente, mais mole, com toque de laranja. Esse parecia do dia anterior, a massa não estava muito fresca.

A loja Tortas de Azeitão achei pela internet, e parecia tradicional, sendo a especialidade a Torta de Azeitão. Ao entrar levei o maior susto, parecia um boteco de quinta categoria, com mesa de bilhar, máquina caça-níqueis, com atendentes mais estranhos ainda. Não me senti muito a vontade no ambiente.
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Comprei a Torta de Azeitão só para constar e saí, não dá vontade de ficar dentro. Resolvi levar para comer depois, pois não aguentava mais comer nesse dia. Olha, a vida de viajar para experimentar sabores nem sempre é muito fácil, hehehe.
Tinha uma textura bem gostosa, mas a esta altura nem conseguia mais achar nada muito gostoso. Pena que o ambiente não combina com esse docinho tão delicado…
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Quase ao lado da famosa livraria Lello, tomei café da manhã no Bela Café. Acho que já perceberam que eu tentei aproveitar os cafés da manhã para experimentar a maioria desses doces, né!
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Esse Bolo de Arroz do Bela Café estava delicioso, com textura muito agradável e fresquinho.
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Em Évora, na Praça do Giraldo existe um café consideravelmente grande. Experimentei mais este pastel de nata. Até que estava gostoso, massa folhada crocante e recheio bem cremoso.
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No começo tentei experimentar pelo menos os pastéis de nata de vários estabelecimentos, mas confesso que já estava enjoada, hahaha.
Então resolvi curtir mais o Palmier, coisa que adoro! Esse estava uma delícia, num café no bairro de Alvalade em Lisboa.
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Uma coisa que reparei foi que chegar cedo para comer os doces, significa muitas vezes comer doce do dia anterior, pelo menos. Só em locais com giro tão rápido do produto como a loja Pastéis de Belém é possível encontrar docinhos mais frescos. A estratégia era de aproveitar a refeição matinal sempre que possível, o que evitaria também os picos de clientes, ainda mais em alta temporada. Mas acho que não deu muito certo, pois acabei me deparando com produtos não muito frescos.

1) Casa Brasileira
Facebook: https://www.facebook.com/casabrasielira/
Endereço: R. Augusta 267, 1100 Lisboa, Portugal.
Telefone: (351) 21-346-9713
Horário de funcionamento: todos os dias das 7h às 1h.

2) Fábrica das Verdadeiras Queijadas da Sapa
Facebook: https://www.facebook.com/queijadasdasapa
Endereço: Volta Duche 12, 2710-631 Sintra, Portugal.
Telefone: (351) 21 923 0493
Horário de funcionamento: Todos os dias das 9h às 18h.

3) Piriquita
Website: http://www.piriquita.pt/
Facebook: https://www.facebook.com/casapiriquitaoficial/?fref=ts
Endereço: R. Padarias 1, 2710-533 Sintra, Portugal.
Telefone: (351) 21 923 0626
Horário de funcionamento: Qui à Ter das 8:30 às 21h. (Fecha Qua).

4) Pastéis de Belém
Website: http://pasteisdebelem.pt/
Endereço: R. Belém 84-92, 1300-085, Lisboa, Portugal.
Telefone: (351) 21-363-7423
Horário de funcionamento: todos os dias das 8h às 23h.

5) Tortas de Azeitão
Endereço: Av. Luísa Todi 15, 2900-460 Setúbal, Portugal.
Telefone: (351) 265 401 849.
Horário de funcionamento: todos os dias das 8h às 0h.

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Komah Restaurante – uma surpresa coreana

Desde a inauguração, sempre muito bem falado por todos, mídia, amigos, conhecidos, a minha vontade de conhecer só aumentava. Pouco antes de fechar o ano, consegui visitar, e a tempo de concordar com um amigo que encontrei lá, que foi “o melhor restaurante aberto em 2016”.
A localização foi o que realmente dificultou um pouco a minha ida, no bairro da Barra Funda, em um local que eu nunca imaginaria. De certa forma isso também dá um certo charme, como um caça ao tesouro, rs.
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O restaurante é bem enxuto, mas com charme em cada detalhe, com jeito jovem e descolado, bem diferente dos restaurantes coreanos que conheci. Aqui o balcão.
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Junto à janela da fachada, as mesas de uso coletivo ou para grupos.
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Na parte central as mesas de casal que podem ser juntadas conforme a necessidade. Ao fundo a cozinha e o sanitário.
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Chegamos pontualmente na abertura da casa, às 18:30, por medo de encontrar a casa cheia mais tarde. E foi a melhor coisa que fiz, levando em consideração que meu pai não gosta de filas e demora no atendimento. Próximo das 19h o salão já estava quase cheio e lá pras 20h, havia espera na entrada.
Demos sorte também na escolha do dia, sem querer descobrimos que de segunda à quarta existe a opção do menu degustação, no qual experimentamos um pouco do menu todo. Perfeito! E custa apenas R$ 80.
Começamos com o Banchan Set – seleção diária de acompanhamentos. No nosso caso, peixe desidratado, tofu frito, shimeji e broto de soja. Tudo com tempero muito delicado e agradável.
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Claro que não podia faltar o Kimchi, e para mim, foi o melhor que comi até hoje. Meu pai que não costuma gostar fácil de qualquer restaurante, amou, e ainda queria comprar para levar para casa.
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Yukhoe – Steak Tartare coreano, gema curada, pêra asiática. Ah, esse prato era uma das maiores expectativas. E foi uma das melhores experiências, com perfeita combinação de texturas e sabores, fora a refrescância que caiu como uma luva nesse dia de calor.
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Samgiopsal – Pancetta assada, glaceada com molho gochujang. Essa pancetta sozinha já estava maravilhosa. Veio acompanhada de folhas, molho e arroz.
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Seam Set – seleção diária de folhas orgânicas e molho samjang. As folhas que acompanhavam o Samgiopsal. Sabores curiosos e novos para mim. A folha de gergelim, que parece com o Shisso japonês (apenas no formato) foi a maior novidade.
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Aqui, pegando duas folhas e colocando tudo dentro, que delícia! Divertido também esse jogo de sabores que nós mesmos acabamos montando com as diferentes folhas.
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Kimchi Bokumbap – Arroz salteado com kimchi e omelete cremoso. A casquinha desse arroz com kimchi é viciante, e realmente combina com a delicadeza do ovo, dando certo contraste.
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Galbi jim – costela bovina braseada com molho shoyu e gengibre. Costela suculenta, com esse molho saboroso fechou com chave de ouro o jantar.
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Aqui a salada temperada que acompanha a costela. Essa combinação das folhas com as carnes deixa tudo mais equilibrado e saudável.
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Além da comida que veio impecável, o atendimento também é um ponto forte. Apesar de ser uma equipe bem enxuta, todos foram muito atenciosos e simpáticos. O chef Paulo Shin, que também circula pelo salão dá um charme a mais no atendimento.

Komah Restaurante
Facebook: https://www.facebook.com/komah.restaurante/
Endereço: R. Cônego Vicente Miguel Marino, 382, Barra Funda, São Paulo, SP.
Telefone: (11) 3569-7956.
Horário de funcionamento: Seg a Sáb das 18:30 às 23:30.

Restaurante D’Bacalhau – almoço na região do Parque das Nações

Um dos locais que mais tinha vontade de visitar em Lisboa era o Oceanário de Lisboa.
E realmente valeu a pena, a estrutura é gigantesca e nos sentimos no fundo do oceano, e como o espaço é restrito, podemos ver uma quantidade grande de espécies num só passeio.
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Uma das exposições que mais sonhava em ver era do Takashi Amano, chamado “Florestas Submersas“. Em sua obra (aquários plantados com técnicas de jardinagem japonesa e conceito wabi sabi), em constante mutação, presenciamos e aprendemos a ver a beleza na natureza impermanente, imperfeita e incompleta. Como o artista cita em um dos audiovisuais, “nada dura, nada está acabado, nada é perfeito”.
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Após passear pela exposição, a procura por um lugar para comer na região do Parque das Nações onde está o Oceanário. Sendo muito turístico, o risco de entrar em um lugar com comida voltada para turistas era alto.
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Andei muito, indecisa, olhando estabelecimento por estabelecimento, até que resolvi tentar este, Restaurante D’Bacalhau.
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Sim, havia muitos turistas e os pratos mais em conta que algumas pessoas estavam pedindo estava com cara péssima. Até pareciam ser feitos e sobras, o que realmente não duvido. Então decidi pelo Bacalhau a Lagareiro, acompanhado de uma taça de vinho branco. Foi uma grata surpresa, uma posta generosa, suculenta e deliciosa de bacalhau.
Fica a dica, peça um a la carte normal, mesmo um pouco mais caro, e fuja dos pratos econômicos! rs.
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Restaurante D’Bacalhau
Website: http://www.restaurantebacalhau.com/
Facebook: https://www.facebook.com/restaurantebacalhauexpo/
Endereço: Rua da Pimenta 45 – Zona Ribeirinha Norte, 1990-254 Parque das Nações, Lisboa, Portugal.
Telefone: 218-941-296
Horário de funcionamento:
Almoço: 12h às 16h.
Jantar: 19h às 23h.

TUJU – jantar Michelin

Um jantar Michelin que começa pela reserva. Praticidade e rapidez pelo site, onde os horários disponíveis ficam dispostos, e até as restrições alimentares e alergias podem ser comunicados com antecedência.
A fachada é discreta de noite, mas vale a visita de dia por conta da arquitetura com muita transparência, dialogando com o entorno urbano.
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Logo que entramos, nos deparamos com a cozinha aberta do chef Ivan Ralston.
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Pedimos o espumante Lírica Crua da Vinícola Hermann (R$ 110) por ser diferente. Não passa pelo processo de dégorgement, mantendo a pureza e essência, sendo rica pela presença das leveduras no interior da garrafa. É levemente turvo, com aromas de fruta cítrica, pêra fresca, flores brancas e leve toque de pão. O seu frescor combinou bem com a noite que estava quente.
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Optamos pelo Menu Degustação de 15 Etapas (R$ 290).
Que comece a experiência!
Brusqueta de língua e beldroega – O pão e a língua estavam impecáveis, sabores e texturas equilibrando com leve acidez da beldroega.
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Ostra, cajuína e vinagrete de papaia verde – Curiosa combinação.
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Tapioca de foie gras, cambuci e especiarias brasileiras – Não sou muito fã de tapioca, mas aqui ficou ótima, bem crocante, contrapondo com a maciez e cremosidade do foie gras. A acidez da geléia ficou perfeita com o foi gras.
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Éclair de ouriço e pó de alga codium – Adoro éclair e ouriço, mas nunca imaginei essa combinação. Casou perfeitamente, e a sensação foi a de estar em dúvida, se era um canapé ou uma sobremesa, uma deliciosa brincadeira.
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Folha de peixinho frita, carne crua e bottarga – a folha frita comeria aos montes como se fosse salgadinho, de tão bom que era. Mas a sensação foi a de que apagou resto dos elementos.
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Buquê de Pancs (plantas comestíveis não-convencionais) – PANCS, super moda da atualidade…
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Lindo buquê, nem parece que foi feito para comer.
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Levemente temperado, o buquê de Pancs é uma sequência de surpresas de sabores.
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O croissant que acompanha tem uma massa divida, dos melhores que já comi em São Paulo.
spoon-2016_0583Tutano no missô de castanha portuguesa e pão de castanha-do-pará – Um dos itens que estava com maior curiosidade, especialmente pelo missô de castanha portuguesa, que aqui dá o tempero salgadinho ao prato.
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A recomendação era de comer junto com o pão. Aliás, os pães aqui são simplesmente divinos.
Para mim, esse prato foi o que fez desandar um pouco a experiência do menu como um todo. Gostoso estava, mas muito pesado. Senti que deveria ter comido apenas uma bocada, pois me senti muito estufada e perdi totalmente a vontade de continuar comendo.
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Aqui a passagem para os pratos a serem degustados com  talheres. Chega à mesa um prato com uma espécie de comprimido. O atendente joga um pouco de água e o comprimido se expande, formando a toalhinha para limpar os dedos.
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Carpaccio de garoupa, ervilha, leite de ovelha e taioba – Os elementos são muito divertidos e saborosos, a garoupa fica em segundo plano.
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Sopa de milho com camarão branco selvagem e couve-rábano – Lembra o gaspacho, mas com sabor diferente, refrescante. Adorei quando degustado com a folha de manjericão.
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Peixe do dia com caldo e pedaços de abóbora e granola – Peixe bem macio e suculento, ficou muito bom com o creme de abóbora e os elementos da granola que deram o contraste na textura.
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Wagyu, feijão-manteiguinha, tupinambo e germinado de milho – o acém de wagyu estava macio e saboroso, e o feijão maravilhoso.
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Tábua de queijos brasileiros – Definitivamente temos ótimos queijos no Brasil!
spoon-2016_0607Atemoia, batido de limão com infusão de folha de figo e crumble de café – Adoro a atemóia e o toque de limão deixou bem fresco. Mas o destaque mesmo foi o delicioso crumble de café.
spoon-2016_0609Panacota com calda de jabuticaba, pitaia, mirtilo, pinhão tostado e sorvete de formiga – Ouvi formiga? Sim, o melhor dessa sobremesa foi, sem dúvida, o sorvete com aroma de capim limão.
spoon-2016_0611Quatro elementos | terra [beterraba amarela com vinagre balsâmico] | ar [pólen de abelha nativa] | fogo [defumado] | água [chá de oolong] – Chocolates para uma chocólatra? Ai meu deus! Mas não aguentava comer mais nada… Como a opção era de levar para casa, me deliciei no dia seguinte. Sim, um desbunde!
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Acesso aos fundos do restaurante onde estão os sanitários e escada para a famosa horta. No jardim interno pode-se observar a presença de comestíveis como o tomate.
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Finalmente a horta!
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Aqui estão algumas das plantas utilizadas nos pratos degustados. Adoro essa experiência de interação com a fonte dos alimentos que experimentamos.
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O jantar foi uma experiência “Michelin” bem interessante e prazerosa.
Não vejo a hora de retornar, desta vez durante o almoço para poder curtir um pouco mais da arquitetura também.

TUJU
Website: http://tuju.com.br/
Facebook: https://www.facebook.com/tujurestaurante/?fref=ts
Endereço: Rua Fradique Coutinho, 1248, Pinheiros, São Paulo, SP.
Telefone: (11) 2691-5548
Horário de funcionamento:
Almoço: Ter a Sex 12h às 15h; Sáb, Dom e Feriado 13h às 16h
Jantar: Ter a Qui 19:30 às 23h; Sex e Sáb 19:30 às 0h.

Museu da Cerveja em Lisboa

A Praça do Comércio é um dos pontos turísticos de destaque, especialmente para quem vai a Lisboa pela primeira vez.
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Aproveitando o passeio pela praça e arredores, visitei alguns museus, e claro, não podia deixar de visitar um museu ligado a comes e bebes, não é mesmo? Na foto acima, do lado direito encontra-se o Museu da Cerveja.
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Na área externa ou no térreo, a cervejaria para curtir as cervejas geladas com petiscos ou ter uma refeição em ambiente interno sofisticado com pratos típicos de Portugal.
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Aqui também tem pastéis de bacalhau recheados com queijo estrela da serra.
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No começo da exposição, a velha conexão com o Brasil…
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Antes de começar o passeio, recebemos um copo de cerveja. O legal é curtir a exposição bebendo cerveja, isso é sim entrar no clima, rs.
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A exposição conta um pouco da história da cerveja em Portugal, dos primórdios até o início da produção industrial, a história dos produtores nacionais, um levantamento de cervejas nos países de língua portuguesa e ainda conta com uma reprodução de uma adega monástica, mostrando a lentidão da produção artesanal dos séculos XVI e XVII.
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A exposição do Museu da Cerveja é relativamente pequena, então, fui visitar vários outros museus na região. Esse, ainda na Praça do Comércio, no lado oposto, mostrava um pouco sobre a cultura da navegação, e achei divertidíssima a parte que conta sobre o ensino da natação, hahahah. Surreal…
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Até que vi a foto! Meu deus!!! hahahaha.
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Já fora da praça, o Museu do Dinheiro.
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Até parece a casa do Tio Patinhas!
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A arquitetura é linda e a exposição muito interessante, contando a história do dinheiro, seus padrões pelo mundo ao longo da história da humanidade.
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Ainda no Museu do Dinheiro, este dia tive a oportunidade de ver a exposição das obras da artista Teresa Milheiro, com o tema Gil Vicente, encenando o imaginário associada à metamorfose da travessia, da vida para a morte, através de esculturas-marionetes.
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Museu da Cerveja
Website: http://www.museudacerveja.pt/
Endereço: Terreiro do Paço – Ala Nascente, Nº 62 a 65, 1100-148, Lisboa, Portugal.
Telefone: 351 210 987 656
Horário de funcionamento:
Cervejaria: Todos os dias das 12:00 às 24:00.
Núcleo Museulógico: Todos os dias das 12:00 às 22:30.

Museu do Dinheiro
Website: http://www.museudodinheiro.pt/destaques
Endereço: Rua de S. Julião 150, 1100-150 Lisboa, Portugal.
Telefone: 351 21 321 3240.
Horário de funcionamento: Qua. a Sáb., das 10h00 às 18h00.