Arquivo mensal: agosto 2013

Aparição na TV no Programa Hoje em Dia! Quem diria…

Na TV??? Hehehe…
A gravação no Restaurante Kinoshita foi na sexta passada, loucura, loucura! Já estava me acostumando com a presença constante da mídia no restaurante, mas daí a ser entrevistada, são outros quinhentos, né.
Imaginem a correria em pleno almoço, com a equipe de filmagem fechando a sua praça, pedidos saindo, daí colocam microfone em você, entrevistas, pedem para demonstrar coisas… E aí aparece 5% (será) de tudo que foi filmado, hihihi.
De qualquer forma foi uma experiência interessante, não? Segue a matéria que apareceu no Programa Hoje em Dia:

http://r7.com/8Zvn

Kinoshita.HojeEmDia

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Exposição “Como Penso Como” – Sesc Pompéia

Após o relato de como foi a experiência na Sessão de Degustação da Exposição “Como Penso Como” no Sesc Pompéia, fiquei morrendo de vontade de participar desta experiência também. Sabia que seria complicado, pois os ingressos já estavam esgotados, mas sabendo que poderia ocorrer desistências, resolvi tentar.

Spoon_Sesc_001Saí do restaurante correndo para ver se conseguia pegar o jantar das 18 horas. Cheguei às 17:45, fui direto para o local da exposição, onde me aconselharam a ir para a bilheteria para conseguir o ingresso por desistência. Infelizmente não consegui, e a forma de como consegui-lo ainda estava bem nebuloso. Confesso que passei por mais de um caixa para conseguir entender como seria o processo. Uma parte dos ingressos estão com o Sesc, e são basicamente para convidados especiais, divulgação, coisas do tipo, e em caso de desistência, disponibilizam os ingressos. Já que havia me deslocado até lá, resolvi tentar a degustação das 21 horas. A questão é que no caixa dizem que tem que ficar perambulando por lá, perguntando de tempos em tempos se houve alguma desistência, e não havia nenhum sistema de fila de espera ou algo do tipo. Achei extremamente complicado, dependendo tanto de sorte. Mas resolvi tentar mesmo assim. Apesar de terem me dito que seria interessante voltar a perguntar aproximadamente às 20:30, fiquei enchendo a paciência deles, perguntando toda a hora, rsrs. E ainda fiquei sentada na frente dos caixas, para aumentar minhas chances. Para a minha surpresa, às 19:20 me chamaram, avisando que havia conseguido um ingresso. Uhuuuuu!!! Acho que valeu a encheção de saco, kkkk. Nem estava acreditando que estava com o ingresso na mão!!!

Spoon_Sesc_053Aliviada, resolvi curtir o Sesc Pompéia. O lugar é absolutamente incrível, projeto de Lina Bo Bardi, sendo visita obrigatória para qualquer estudante de arquitetura.

Spoon_Sesc_004Ah, finalmente a Sessão de Degustação da Exposição “Como Penso Como”!!! O resto da exposição, que é gratuita, é bastante enxuta, o que pode causar um pouco de decepção para aqueles que não participam da degustação. A degustação custa R$ 50,00, e ainda pode-se conseguir desconto sendo sócio do Sesc ou estudante.

Spoon_Sesc_003O ambiente é bem escuro e misterioso, atores passam por entre os participantes com instrumentos de som, soltam frases de impacto e isso vai até a hora de sermos chamados para nos acomodarmos em uma mesa longa, com 30 lugares. Começa o tão esperado “show”, com a sequência de 9 pratos. Adivinha quem estava na mesa??? Josimar Mello!! Sim, o crítico do programa “O Guia”, que aparece na foto de costas, do lado esquerdo, hehehe.

Spoon_Sesc_011Tudo chama a atenção, as taças incríveis, todas diferentes, a mesa, as projeções, os talheres…

Spoon_Sesc_010Ao fundo, a equipe da cozinha. Adoro observar toda a dinâmica!!

Spoon_Sesc_016Prato 1 – Grande Poder – O prato, a música e a lenda reverenciam a mandioca. A luminária comestível é feito de papel de mandioca, elaborado pelo milenar processo da filigrana. Acompanha o bolinho de tacacá, e recipiente com pato curado com molho de arubé e farofa ovinha.

Spoon_Sesc_012Bizarro comer a luminária, mas estava muito delicioso!! O restante também, além de serem intrigantes.

Spoon_Sesc_014Prato 2 – A Cabeça Bispo – Inspirado no Movimento Antropofágico de Oswald de Andrade, o prato consiste de cabeças prateadas (cor da sardinha), recheada com mousse de sardinha na grelha, acompanhada de uma “almofada” de pão crocante. Ao lado, um papel impresso comestível feito à base de açaí. Confesso que quando vi o prato fiquei paralisada, era para comer? Tudo preto/acinzentado, nem parecia algo para comer. Obviamente a aparência é pouco apetitosa, mas a curiosidade logo toma conta, e a grande surpresa são os sabores e texturas incríveis, o que faz esquecer completamente a aparência pouco apetitosa.

Spoon_Sesc_019Esse papel preto estava maravilhoso, ou melhor, delicioso.

Spoon_Sesc_020As cabeças são estranhíssimas, e muito mais o fato de cortarmos… Mas o sabor dessa mousse de sardinha… coisa boa demais. Imagine um patê muito suave, sem aquele ligeiro amargor da sardinha. Além da textura e leveza…

Spoon_Sesc_022Prato 3 – Sonho Real – Prato que representa o fracasso do baile que tinha por objetivo fortalecer o poder monárquico diante da ameaça republicana. É uma versão salgada de sonho servida nessa porcelana branca feita especialmente para este evento.

Spoon_Sesc_023A massa do sonho é absolutamente incrível, macio, leve, quase como a massa do donuts americano. O recheio é uma pasta feita com bacalhau. Por cima pó de cebola polvilhada e a coroa sabor alho. Tudo combinando perfeitamente e desmanchando na boca.

Spoon_Sesc_024Prato 4 – Olodu Maré – O prato enfatiza a devoção do povo brasileiro ao entregar aos orixás o seu destino. Na bola de cristal feita de açúcar, o ar das preces, contendo fumaça aromatizada feito de cravo, canela e casca de obí. Na base, o acaçá, presente em todas as oferendas, feito de milho branco e limão. Em volta os patuás de papel comestível, que mais pareciam gelatinas bem firmes (chicletinho), com três recheios diferentes: cará, peixe, camarão e flor de alho para Iemanjá; vinho de palma e quiabo para Ogum; e galo capão e pimenta biquinho para Ogum.

Spoon_Sesc_027As cores dos patuás, pretas, não são muito apetitosos, e a textura da camada exterior bem chicletoso. Confesso, que não é muito agradável. Mas os recheios estavam muito bons. Agora, o aroma do cristal, delícia! Fora a divertida interação com o objeto.

Spoon_Sesc_028bPrato 5 – Peripécias de Bode no Reino dos Bacanas – O prato em forma de cacto ou mandacaru representa a paisagem do sertão nordestino. Sua forma evoca a figura do Lampião, o rei do Cangaço, um dos personagens mais controversos da história brasileira. O prato é composto de paleta de bode glaceada, jerimum (abóbora) e arroz cateto, acondicionados em uma marmita em estilo de cacto ou mandacaru. O arroz cateto foi feito com água de abóbora, caldo de boi, manteiga de garrafa e queijo meia cura. O lado de fora a paçoca de pilão (carne seca e farinha de mandioca com manteiga de garrafa), gelatina de figo-da-índia, bolo de amendoim.

Spoon_Sesc_031Dentro da marmita, o arroz e a paleta de bode glaceada. Confesso que não sou fão de carne de bode, por ser muito forte, mas este estava espetacular! Aliás, esse prato como um todo estava ótimo!

Spoon_Sesc_033Prato 6 – Ossos do Ofício – Prato que homenageia as mulheres que esculpem em ossos que parecem marfim, em uma comunidade chamada Jardins, no Estado do Mato Grosso do Sul. O prato é composto de cubos de porco bem crocante e suculento. Na base um purê de cítricos e uma pétala da flor de limão.

Spoon_Sesc_036Além de lindo, de longe foi o meu prato preferido. A combinação do porco com o purê de cítricos e a pétala é simplesmente incrível e impressionante!!

Spoon_Sesc_039Prato 7 – A Preço de Banana – A concepção do prato questiona nossa visão estereotipada do Brasil inspirado por Carmen Miranda, com seus balangandãs, seus trejeitos e chapéus de frutas. Banana dourada feito de mousse de chocolate branco caramelizado com recheio de doce de banana e bananada. Repousa sobre queijo e biscoito amanteigado.

Spoon_Sesc_041A sobremesa que mais gostei, a textura desse mousse é maravilhoso, e o sabor, nossa, valorizou incrivelmente a banana, uma fruta que dificilmente eu apreciaria como sobremesa, por ser muito comum e presente no dia a dia. A delicadeza do mousse com a crocância do biscoito, o doce com o salgado do queijo, criam contrastes bem interessantes.

Spoon_Sesc_044Prato 8 – Conflito Festa do Divino – O prato propõe uma reflexão sobre os conflitos do mundo contemporâneo e por isso é representado pela pomba da paz, símbolo da Festa do Divino Espírito Santo. A mousse é de chocolate apimentado com páprica espanhola, recheada de massa de bolo de chocolate, doce de cupuaçu e castanha de baru.

Spoon_Sesc_045Achei a mousse grande demais, o que acabou ficando um pouco enjoativo, ainda mais considerando que estávamos no penúltimo prato. A castanha de baru pouco se destacou, digo isso, principalmente por conhecer esta castanha e gostar demais. Já a páprica foi genial, pois não causa o incômodo que geralmente causam os chocolates com pimenta. Estava mais suave e agradável.

Spoon_Sesc_047O prato vem com a impressão feito em chocolate, disseram que se podia lamber o prato. Seguindo o exemplo da galera, resolvi cair no mico! kkk

Spoon_Sesc_046Prato 9 – Tabuleiro Brasileiro – Os elementos são da doçaria brasileira tradicional. Sobre o tabuleiro, a renda de graviola, caramelo de jabuticaba com o nome da exposição, e caixinha Amor com mousse de amendoim envolta com folha de coco, e café 100% arado.

Spoon_Sesc_049Olhem a delicadeza desta renda!

Spoon_Sesc_050Esta paçoca estava divina, extremamente leve.

Spoon_Sesc_051Já os caramelos, não é o tipo de coisa que gosto de comer…

Spoon_Sesc_052A degustação também veio acompanhada de vinho tinto e branco, e água, tudo à vontade. A duração da degustação é de 3 horas.

A experiência foi simplesmente incrível, não só pela degustação de pratos maravilhosos, mas também pelos temas abordados, a interação com a exposição, como se fizéssemos parte dela, e a interação com os participantes. Conheci pessoas engraçadíssimas, com as quais pude compartilhar essa noite inesquecível!

Apesar da dificuldade de conseguir o ingresso, recomendo a todos!!!

Exposição “Como Penso Como”
Site: http://www.sescsp.org.br/programacao/9089_COMO+PENSO+COMO+EXPOSICAOPeríodo: 9 de Agosto a 8 de Setembro
Horários da exposição: terças a sábados, das 10h às 20h, e domingos e feriados, das 10h às 19h. Gratuito.
Horários da degustação: quarta a sábado, às 18h e 21h, e domingos e feriados, às 13h e 16h.
Ingressos para as degustações: R$50,00
Local: Sesc Pompéia. Rua Clélia, 93, Pompeia, São Paulo. Tel:

 

Churros & Chocolate Quente com Pimenta!

Ai, ai, esse friozinho que voltou pede um mimo bem quentinho, não?

Resolvi preparar duas receitas do Jamie Oliver que amo: Churros e Chocolate Quente Apimentado!!! Tem coisa melhor para dar uma aquecida numa tarde gelada de domingo?

COOK.2013_345O chocolate quente é bem simples e surpreendente. A massa do churros também, é como se tivesse fazendo a massa de bombas/carolinas. Jamie faz umas bolotas uma colher, mas eu prefiro dessa forma que fiz e está na foto. Das duas formas ficam com mesmo sabor, mas a textura fica muito diferente, e para mim, isso faz parte importante da experiência.

Uso saco de confeitar e bico pitanga. Como só tenho bico pequeno, faço pequenos e delicados, o que não é nada mal. Quem quiser pode comprar o aparelho específico para churros, o que costuma ser melhor. Com o saco de confeitar existe um problema, a massa é mais resistente que um creme para confeitar, assim, por conta da força que aplicamos, o bico costuma escapar, e claro, estraga-se o saco, se não for descartável. Olhe a textura da massa.

COOK.2013_343Outra coisa que pode ser feito quando utilizado o bico pitanga, com churros pequenos como os que fiz, é colocar massa direto no bico, que resulta nesse tamanho de churros. No caso, utilizei o bico 1M da Wilton.

Ainda pode acompanhar doce de leite ou brigadeiro, mas nesse caso, como já tem o chocolate quente, preferi ficar com o simples açúcar e canela no churros.

As receitas já estão no Blog! Churros do Jamie Oliver, Chocolate Apimentado do Jamie Oliver.

MEATS, segunda visita foi ainda melhor!

Mais uma visitinha ao MEATS e desta vez foi ainda melhor!!!

Começamos com Fries and Sweet Fries – mix de batata e batata doce fritas (R$ 18,00). Enormes e crocantes. Apesar da batat doce ser um pouco mais dura, achei bem saboroso. Na foto, as escuras são as batatas doces.

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Desta vez pedi o Hot Rum – pão de hamburger, hamburger, muçarela, mix de pimentas frescas salteadas em rum e sour cream (R$ 27,00). Soooooo Hot!!! A Experiência foi incrível, vem as poderosas pimentas com tudo, e ao mesmo tempo o alívio causado pelo sour cream, adoro esse roller coaster de sensações!!! Só não recomendo para aqueles que não curtem pimenta, heheh.

Spoon_AG_0474A carne veio simplesmente perfeita! Ao ponto, vermelhinha no meio, e mega suculenta.

Spoon_AG_0475Não sei se o hamburger veio melhor ainda pela presença do chef Paulo Yoller, mas sempre tenho a sensação de que quando o chef de um estabelecimento está na casa os pratos saem melhores, rsrsrs.

Spoon_AG_0476E para acompanhar, brejas diferentes…

Spoon_AG_0478Olha aí o duende… hahaha

Spoon_AG_0479Também tomamos uma com capim cidreira. Todas, muito boas!!!

Os sanitários super style… e o jogo de espelhos? Dá para ficar tontinho, hehehe

Spoon_AG_0477Recomendo super, e aliás, ainda quero experimentar outros pratos. A Vaca na Faca vai ficar para uma outra oportunidade, estava muito frio e queria algo realmente Hot, rs.

MEATS
Site: https://pt-br.facebook.com/MEATS320
Endereço: Rua dos Pinheiros, 320.
Tel.: (11) 2679-6323
Horário de funcionamento:
Ter – Qui: 12:00 – 15:00, 19:00 – 00:00
Sex: 12:00 – 15:00, 19:00 – 01:00
Sáb: 12:00 – 01:00
Dom: 13:00 – 00:00

Dia dos pais no Restaurante Coco Bambu JK

Na verdade, é a segunda vez que comemos no Restaurante Coco Bambu JK. Confesso que a primeira experiência foi desastrosa. Apesar de conseguirmos uma mesa rapidamente, o resto não foi agradável, o garçom era confuso e pouco simpático, trouxe o prato principal enquanto estávamos comendo a entrada. Pedimos um mix de coisas para degustar com pães, mas nada que chamasse muita atenção, e o suposto ceviche, não tinha nada de acidez, parecia mais uma conserva em azeite/óleo. O prato principal de frutos do mar no azeite com legumes salteados veio em um recipiente branco, meio que jogados, parecia uma produção em grande escala jogada às pressas, decepção total, sem contar que estava muito salgado. Para completar, o ambiente lembrava mais um salão de transatlântico, e quando olhávamos para o alto, víamos as pernas das pessoas sentadas, uma sensação pouco agradável… Ah, e não podia deixar de comentar que nos colocaram em uma mesa próxima à saída da cozinha, um inferno, gritaria constante dos funcionários, e diga-se de passagem, não era para cantar os pratos, ok, lamentável.

Hoje, dia dos pais, prometia ser um dia péssimo, de muita espera, sendo que não era possível fazer reserva. Não foi escolha minha, óbvio, mas fomos. Cheguei com a minha irmã às 11:40 e ficamos na fila do lado de fora do estabelecimento, olha isso!!!

Spoon_AG_0470Finalmente conseguimos pegar a senha, 419 e ficamos aguardando o restante o pessoal que chegaria atrasado. A expectativa era de espera de 1 hora e meia. Na entrada ainda serviam batida de coco e caipirinha de limão, além de pacotinhos de salgadinhos, acredito que já prevendo que seria uma loooonga espera. E a espera? Uma eternidade, acho que bebi umas 4 batidas de coco, as pessoas já perdendo a paciência, alguns desistindo, outros brigando com as recepcionistas… O que se pode esperar de um lugar que possui painéis com senhas, não é mesmo? Sensação de estar numa churrascaria…

Depois de quase 3 horas de espera, muitas batidas/caipirinhas e petiscos, estávamos todos com a paciência no limite. Foi então que fomos atendidos por um garçon muito simpático que conseguiu explicar claramente o possível tempo de espera, que deu um pingo de esperança. Até cogitamos levar os pratos para viagem, mas não seria a mesma coisa, não é mesmo? Quando disseram que o prato que escolhemos levaria 40 minutos para ser preparado, voltamos a pensar em aguardar mais um pouco. E assim, como o garçon havia informado, de repente a fila começou a andar, e em 3 horas e meia conseguimos finalmente sentar. Infelizmente a espera continuou, mesmo adiantando o pedido mesmo antes de conseguirmos uma mesa, os pratos só chegaram 1 hora depois.

Chegou a batata frita, uma porção medíocre com cobertura de queijo e bacon, o bacon em si quase não se via, as fritas estavam meio murchas e uma parte da cobertura queimada. O peixe com molho de camarões acompanhado de arroz estava muito bom mesmo. Os camarões estavam perfeitos, bem suculentos.

Spoon_AG_0461Já o peixe assado inteiro, segundo o garçon, seria uma pescada amarela, parecia bonito, mas estava com gosto forte, parecendo peixe de água doce, e o tempero, bem sem graça. Os acompanhamentos também não foram lá essas coisas. Aliás, se olhar todo o cardápio, que parece uma bíblia, repare como vai pimentões em quase tudo… afeeee…

Spoon_AG_0462Bem, esse foi o nosso almoço…

Spoon_AG_0463O ambiente na qual ficamos desta vez foi bem melhor, na varanda do terceiro andar, visual e temperatura agradável.

Spoon_AG_0464No segundo andar, a área próxima à janela também parece bem interessante.

Spoon_AG_0465Já no térreo, e partes internas, são escuras e pouco interessantes.

Spoon_AG_0466De forma geral, caso alguém resolva comer neste restaurante, recomendo as áreas próximas às janelas, porque a parte interior acho escuro e o visual nada agradável. Interessante é que no site as áreas internas são bem iluminadas, o que não aconteceu nas duas vezes que visitei o local. No horário de pico o som ambiente e das pessoas dificultam uma boa  conversa na mesa, a leitura de lábios se torna um importante recurso de comunicação.

Lembro que o segundo garçom que nos atendeu na mesa (diferente daquele que nos atendia na área de espera) não era a mesma coisa. Tive que pedir a minha água 3 vezes até receber. O peixe inteiro veio em um recipiente relativamente grande e o garçon que trouxe, simplesmente largou na mesa. Conseguem imaginar a complicação para nos servirmos?

A segunda experiência, em termos de sabores foi um pouco melhor, mas nada que valesse a pena mais um retorno, muito menos a espera de 4 horas. O serviço, em geral, é ruim, o ambiente não possui consistência, a comida não é lá essas coisas, e a apresentação muitas vezes questionável, como porções minúsculas “nadando” em pratos enoooormes. Acredito que muito precisa ser melhorado neste estabelecimento. Acho que uma das grandes decepções é a fachada que chama a atenção e a localização (cruzamento da JK com a Santo Amaro), o que leva a acreditar que é um restaurante de alto nível.

Coco Bambu JK
Site: http://restaurantecocobambu.com.br/sao-paulo/
Av. Antônio Joaquim de Moura Andrade, 737 – Itaim Bibi (11) 3051.5255

Nikuman, um vício

Nikuman – Quando não dá para comer um só… Dificilmente o pacote dura mais de um dia aqui em casa, adooooro.

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O meu preferido é de carne de porco com molho de ostras. Olha só como fica por dentro. O pão é bem fofinho.

Spoon_AG_0455Existem outras versões, verduras, frango, verduras com curry, etc. Quando compramos nas barraquinhas, geralmente são bem maiores e já chegam em nossas mãos quentinhas, saindo vapor, mas esses de pacote refrigerado precisa de uma preparação rápida. Se bem que tem gente que como gelado mesmo.

Aprendi com a minha mãe, é só passar cada nikuman rapidamente na água (pode ser na torneira mesmo), embrulha-se com plástico filme (bem folgado) e coloca-se no microondas por 30 a 45 segundos, e pronto! Para quem tem aquelas “tampas” plásticas para esquentar comida no microondas pode usar também. Nesse caso não precisa de plástico filme. Para quem tem aquelas cestinhas de esquentar alimentos no vapor, melhor ainda!

Ah, e com o molho de pimenta siriracha, fica ótimo também.

O pacote com 600g refrigerado pode ser encontrado nas lojas de produtos orientais, como os da Liberdade. Esse comprei no Ohashi. Preço: R$ 7,70

 

Cervejaria Nacional

Como anunciado no início da página web, é a única fábrica-bar de São Paulo. Esta semana passamos por lá para comemorar o aniversário de um amigo.

Como indicado pela minha irmã, frequentadora assídua do estabelecimento, fui na degustação de cervejas produzidas por eles. Aguardando ansiosamente… hehe

Spoon_AG_0447Ahá, e aqui estão eles!! As clarinhas até a mais escura. Adorei a forma de servir.

Spoon_AG_0448Gostei mais da Mula IPA, mas é muito interessante degustar todas elas!!! E claro, como sempre morrendo de fome, já fui escolhendo um prato, nada de petisquinhos, rs.
Mas as costelinhas da minha irmã chegaram antes, que dúvida, ataquei! hehehe. Deliciosos e as batatas também estavam perfeitas.

Spoon_AG_0449Finalmente o meu prato – risoto de costelinha com limão siciliano, delícia! Só um detalhe, o arroz poderia vir um pouco mais al dente para mim, eu pelo menos, gosto assim.

Spoon_AG_0450E claro, não poderia faltar o bolo, beijinhos e brigadeiros trazidos pela Paulette, são excelentes, direto de Poá. Parabéns Cassito!!!

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Cervejaria Nacional
Site: http://www.cervejarianacional.com.br/
Endereço: Av. Pedroso de Morais, 604 – Pinheiros, São Paulo – SP.
Dias e horários de funcionamento:
2ª a 4ª feira: 17:00 – 00:00
5ª feira: 17:00 – 01:30
6ª feira e sábado: 12:00 – 01:30
Feriados a partir das 12:00